09 de junho de 2020 · 5 min de leitura
Como o Planejador Financeiro pode lhe ajudar a eliminar as Dívidas

Sair do círculo vicioso das dívidas é uma das maiores dificuldades enfrentadas pelas pessoas quando perdem o controle de suas finanças.
Segundo pesquisa realizada pela CNC (Confederação Nacional do Comercio de Bens, Serviços e Turismo), o número de brasileiros endividados alcançou em seu maior nível desde 2010.
66% por cento das famílias relatam ter algum tipo de dívida e cerca de 24% estão com parcelas em atraso. O cartão de crédito é apontado como a principal fonte de dívida presente em 78% das famílias.
Isso demonstra uma enorme dificuldade da população na gestão de seu orçamento. O grande aumento na oferta de crédito e a queda das taxas de juros têm sido apontados como os principais fatores do alto endividamento. O fácil acesso e estímulo ao crédito dificultam ainda mais o equilíbrio do orçamento das famílias.
CONHECENDO A CAUSA
Mas como fazer para não cair na tentação do crédito fácil e deixar de ser um escravo das dívidas para sempre?
Você irá precisar mudar a forma de afrontar a situação de endividamento compreendendo que o problema não está apenas na dívida, mas principalmente em você, o endividado, ou melhor denominado, o “endividador”.
Se atuar apenas no fator dívida, sem tratar do “endividador”, corre o risco de mais cedo o mais tarde voltar a cair na mesma armadilha.
Em um primeiro momento, é muito importante refletir sobre o que o levou ou o está levando a esta conjuntura de endividamento. Tenha uma conversa profunda com todos envolvidos e faça as seguintes reflexões:
- Quais fatores me levaram às dívidas?
Procure escrever o que acha que ocorreu e tente refletir sobre quais foram as suas responsabilidades e a de seu cônjuge, ou demais envolvidos neste processo. Não é momento de culpabilizar ninguém, apenas de reconhecer o papel de cada um.
- O que acha que precisa mudar para sair dessa posição e, caso não tome alguma atitude agora, como acredita que estará daqui 1 ano?
Para se libertar de vez das dívidas, é preciso estar disposto a romper paradigmas, mudar suas atitudes e sair da zona de conforto. Analise profundamente esses aspectos comportamentais.
CONHECENDO A DÍVIDA
Após essa primeira “sessão da verdade”, procure levantar detalhadamente o tamanho da dívida. Faça um mapeamento de todas as dívidas relacionando os seguintes dados:
- Nome/Tipo de Dívida:
- Valor da Parcela;
- Quantidade de parcelas a pagar;
- Quantidade de parcelas em atraso;
- Dia de vencimento da parcela;
- Taxa de Juros da dívida;
- Valor total do Empréstimo;
- Valor atual do Saldo Devedor;
- Valor com desconto para quitação a Vista.
Com essas análises, foi concluído o primeiro passo muito esclarecedor dos fatores internos comportamentais que o levaram ao endividamento e dos fatores externos relativos ao mapeamento de todos os dados das dívidas existentes.
SOLUCIONANDO A DÍVIDA
Agora chegou a hora de afrontar problema e buscar as alternativas para equacionar essas dívidas.
Lembre-se sempre que o principal objetivo neste momento é fazer com que as parcelas desses compromissos caibam e não comprometam o seu orçamento.
As alternativas podem estar dentro do próprio orçamento. Para isso, você precisa fazer um levantamento detalhado de todas as receitas e despesas. Analise a sua estrutura de gastos e veja onde você pode reduzir ou eliminar gastos e, se possível, de que forma pode estar aumentando ou buscando novas fontes de renda.
Com esse levantamento e ajustes, você conseguirá visualizar o montante disponível para destinar ao pagamento das parcelas de suas dívidas.
Esgotadas as possibilidades no orçamento, é o momento de buscar alternativas externas para a reorganização da dívida. Isso envolve a busca por outras fontes de crédito, com três principais objetivos:
- Consolidação da Dívida: Juntar várias dívidas que estão com prazos e taxas de juros diferentes em uma única dívida com melhores condições de prazo e juros.
-Alongamento da Dívida: Aumentar o prazo das dívidas, a fim de que sua parcela mensal total esteja compatível com a capacidade de pagamento, ou seja, aquele valor que você levantou no ajuste do orçamento.
-Diminuição do custo da dívida: Encontrar modalidades de crédito com menor taxa de juros.
Essas fontes de crédito podem ser novas modalidade de empréstimos, financiamentos, venda ou troca de algum patrimônio, como o carro ou imóvel. Essas alternativas vão depender muito das suas disponibilidades de patrimônio, da capacidade de negociação e acesso a novos créditos.
ALGUEM AO SEU LADO PARA AJUDAR
Parece um caminho longo e difícil principalmente nas situações em que o stress e as emoções tomam conta e nos atrapalham a encontrar uma saída. Diante disso, contar com a ajuda de um Planejador Financeiro Pessoal é uma excelente alternativa para auxiliar em todo esse processo.
Você pode se perguntar, mas se já estou com dificuldades em pagar as contas, como vou assumir mais esse custo para contratar um profissional?
O que você não tem percebido é que a dívida que carrega está gerando um custo muito alto que corrói a cada dia o seu patrimônio, poder de compra e até sua saúde. Já parou para calcular o quantos juros e multas você está pagando em seus empréstimos, financiamentos, rotativo do cartão ou cheque especial? E o prejuízo à sua saúde com essa preocupação e stress constante, noites sem dormir, queda no rendimento no trabalho e discussões familiares por causa de dinheiro?Os custos do endividamento são muito maiores que o investimento para ter um planejador financeiro ao seu lado.
Independe do motivo que o levou a essa situação, seja por algum evento pontual não previsto ou por consumo em excesso, o fator principal que ocasionou o endividamento foi a falta de um planejamento financeiro.
O Planejador Financeiro vai lhe ajudar a tomar melhores decisões para você sair desse círculo vicioso de dívidas, ter um melhor relacionamento com seu dinheiro e construir um orçamento equilibrado. E isso é só o começo de tudo que uma vida planejada adequadamente pode lhe proporcionar.
UMA REFLEXÃO
Já se imaginou livre das dívidas, sem o stress e preocupação que a situação lhe gerava, relacionando-se bem com seu dinheiro, vivenciando o presente com qualidade de vida e construindo um patrimônio para conquistar seus sonhos e objetivos?
Por que você não merece isso? Se dê uma chance! Entre em contato para batermos um papo sem compromisso, para eu lhe apresentar de que forma posso lhe apoiar nessa jornada.
Quer ajuda para colocar isso em prática?
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